Mostrar mensagens com a etiqueta Natureza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Natureza. Mostrar todas as mensagens
21 outubro 2010
19 junho 2010
04 maio 2010
11 abril 2010
10 abril 2010
09 abril 2010
17 março 2010
31 janeiro 2010
29 janeiro 2010
Ponte da Ribeira das Trutas - Portagem (Marvão)
Ao Sair da aldeia da Portagem (Marvão) em direcção a Portalegre, encontra-se uma pequena ponte do lado direito, sobre a Ribeira das Trutas, constituída por um arco de volta inteira ao centro e dois ogivais a ladear. A cronologia desta ponte é apontada para a Idade Média (Sec. XVI/XVII), a sua proximidade com a Cidade Romana de Ammaia e a utilização de materiais romanos (cantarias, um silhar e elemento da ombreira) na sua construção, denuncia que esta pode ter sido uma reconstrução de uma ponte romana (Sec.I) aí existente, aproveitando as partes que se encontravam em bom estado.
A estrutura mede 16 metros de comprimento, por 2,50 metros de largura total e tabuleiro de apenas 1,80 mt.
A ponte foi objecto de restauro nos inícios da década de 90 (Sec.XX).
Informações retiradas:
-Nova Carta Arqueológica do Concelho de Marvão ( J. Oliveira / Sérgio Pereira / João Parreira )
-Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (Link Aqui )
10 janeiro 2010
19 dezembro 2009
03 dezembro 2009
22 novembro 2009
20 novembro 2009
19 novembro 2009
Ponte Quinhentista - Portagem (Marvão)
A Ponte em Granito da Portagem, que transpõe o Rio Sever, é um dos muitos "ex-libris" do concelho de Marvão e pode ser considerada como uma das mais perfeitas obras de engenharia viária conhecidas no Alentejo.
A sua localização nas proximidades da Cidade Romana de Ammaia (freguesia de S. Salvador de Aramenha), juntamente com a presença de materiais romanos nas suas imediações, têm contribuído para que praticamente todos os autores a considerem como obra dos romanos ou do seu tempo.
Esta ponte foi construída junto de uma Torre que se chamava Portagem. Nesta Torre de características medievais, funcionaria a aduana de Marvão e nela se cobrariam os direitos de portagem, funcionando desde, pelo menos, o dia 1 de Setembro de 1416 (Laranjo Coelho, 1988).
Conclui-se, portanto, que a vulgarmente chamada Ponte Romana da Portagem, remontará, quanto muito, aos finais do século XVI. É de crer, que a maior parte das cantarias utilizadas na construção da ponte sejam de facto Romanas, certamente reutilizações das da anterior ponte ou de outros edifícios Romanos que abundavam em ruínas na região.
Autor : Jorge de Oliveira
18 novembro 2009
09 novembro 2009
Trovoada - Santo António das Areias
Esta fotografia foi uma das primeiras que tirei com a minha Canon, foi no dia em que a recebi e não deixei escapar o momento, decerto que muitos mais terei para captar.
Muita gente tem medo das trovoadas, algumas porque temem a sua imponente força, outras porque têm medo e pronto, não sabem bem do quê, mas têm! eu no entanto, consciente do poder deste fenómeno natural, gosto de observar as trovoadas, ver os relâmpagos que rebentam no solo, ouvir os trovões o que se repente minuto a minuto e se possível registar esses momentos para mais tarde recordar.
08 novembro 2009
Macrolepiota Procera - Tortulho
Se há coisas boas em acabar o verão, os tortulhos são uma delas! como é bom percorrer os campos à procura destes deliciosos cogumelos, onde está um grande há sempre um mais pequeno ali perto, e depois degusta-los de miolada ou somente grelhados com sal, enfim, uma delicia sazonal!
Todos os anos vou a eles e tenho muitas fotos dos diferentes que apanhei, grande parte foram tiradas com o telemóvel, mas é sempre interessante ver as imagens, parece que os encontrei outra vez. Por mim havia disto o ano inteiro ou então criava a "Feira do Tortulho de Marvão" já que se faz feiras de tudo e mais umas botas, porque não esta?
Aqui vos deixo alguma informação desta espécie, existe muitas, mas esta é a única que confio para comer, tirando os champignons !
Macrolepiota procera ou Lepiota procera, conhecido pelo vulgo por "agasalho" e "tortulho" é o maior dos cogumelos comestíveis. Apresenta um pé alto cilíndrico e próximo do chapéu apresenta um anel bem destacado. O chapéu é largo com cerca de 30 cm de diâmetro, enquanto o pé atinge com frequência os 40 cm.
Todo ele é de uma cor castanha suave, apresentando o chapéu umas protuberâncias de uma cor ligeiramente mais escura. Aparece a partir dos fins do Verão prolongando-se até ao Outono desde o Alentejo a Trás-os-Montes quer junto giestas e tojo quer no meio das vinhas e soutos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











































